Partido dos Trabalhadores defende estatização da Canção Nova, TV Aparecida e outras emissoras religiosas.

Ao reler o 5º Caderno de Teses do Partido dos Trabalhadores (PT) publicado este ano, a partir da convenção nacional do partido, chama a atenção, entre outros pontos, a defesa da sigla em tomar para o Estado o controle de todas as redes, TVs, e rádios religiosas de qualquer confissão.

Caso o partido conseguisse implementar a tese, o comando de uma emissora como a TV Canção Nova, por exemplo, passaria das mãos da Fundação João Paulo II direto para algum órgão do Governo. A justificativa dada pelo documento é evasiva e soa inconsistente: “o Estado é laico e os serviços públicos devem ser laicos e democráticos”.

O mesmo aconteceria com a TV Aparecida, Rede Vida, Milícia da Imaculada, TV Boas Novas, Rede Gospel, estas duas últimas administradas por grupos evangélicos, entre outros inúmeros meios que hoje servem para propagação da fé.

Reprodução do Caderno de Teses:


via Ancoradouro

4 comentários sobre “Partido dos Trabalhadores defende estatização da Canção Nova, TV Aparecida e outras emissoras religiosas.”

  1. Até isso? É o comunismo em marcha truculenta, não reconhecem que o povo é cristão em sua maioria, mesmo com o estado laico, não reconhecem os benefícios da religião, só querem destruir a fé.

  2. É o fim da picada! Exatamente aos moldes da censura na união soviética. Ainda tem os que acham que o brasil é um país livre e democrático e não se deram conta que somos mais socialistas do que a maioria do povo imagina.
    Senhores comunistas latinos do século XXI, estão com medo do Brasil cristão descobrir a verdade? É tarde, pois o Espírito Santo já tem soprado em nós e como profetizou o próprio Monsenhor Jonas Abib: O castelo de areia que o inimigo construiu nessa nação já está começando a ruir!

  3. Note que tal defesa foi feita por uma chapa, dentre tantas que estavam no referido congresso de 2015 na Bahia.
    Entendo que pode ter sido colocado para discussão, mas não reflete necessariamente o pensamento do partido.
    O modo que foi colocado nesta reportagem leva um leitor mais desatento a pensar que realmente este é o posicionamento do partido.
    A Igreja não precisa de “Fake News” para ser ouvida.

Deixe uma resposta