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domingo, setembro 26, 2021

China: cristãos condenados por venderem bíblias eletrônicas

A perseguição aos cristãos na China pelo regime comunista tem se intensificado desde 2018.

Redação (12/08/2021 15:52, Gaudium Press) Um tribunal no sudeste da China confirmou a condenação dos quatro cristãos detidos no ano passado sob a acusação de vender ilegalmente dispositivos eletrônicos que reproduziam versículos bíblicos.

Fu Hyunjuan, 43, Deng Tianyong, 50, Feng Qunhao, 45, e Han Li, 40, foram presos e multados por seu envolvimento nesses negócios na cidade de Shenzhen, na província de Guangdong, no sudeste da China, informou a Bitter Winter, uma revista sobre direitos humanos e liberdade religiosa, na semana passada.

Fu foi preso por seis anos e multado em 200.000 yuan (US$ 31.000); Deng Tianyong a três anos e uma multa de 50.000 yuan; Feng Qunhao a dois anos e meio e multa de 30.000 yuan; e Han Li a 15 meses e uma multa de 10.000 yuan.

Eles foram presos em 2 de julho de 2020 e enfrentaram o julgamento em 9 de dezembro do ano passado, mas seus veredictos tinham sido adiados. Os familiares dos quatro homens e colegas cristãos foram ameaçados para não falar sobre o caso.

O regime comunista da China tolerava a produção e venda de orações e bíblias eletrônicas, que são populares entre os cristãos. No entanto, as coisas mudaram em 2018, quando o Partido Comunista Chinês (PCC) adotou novas regulamentações repressivas sobre assuntos religiosos, segundo relatos da mídia.

Autoridades chinesas têm removido aplicativos bíblicos e contas públicas cristãs do WeChat e Igrejas estão sendo monitoradas e fechadas.

A China foi classificada em 17º lugar entre 50 países onde os cristãos enfrentam rigorosas formas de perseguição.

Com informações ucanews.com

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