Episcopado polonês denuncia e condena protestos violentos de abortistas

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A posição da Igreja sobre o direito à vida mantém-se inalterada, apesar das violências dos abortistas que impedem católicos de rezar e profanam objetos sagrados, diz presidente da Conferência Episcopal Polonesa.

A posição da Igreja sobre o direito o direito à vida mantém-se inalterada, apesar das violências dos abortistas que impedem católicos de rezar e profanam objetos sagrados, diz presidente da Conferência Episcopal Polonesa.

Varsóvia – Polônia (27/10/2020, 13:12, Gaudium Press) Em 22 de outubro, na Polônia, o Tribunal Constitucional declarou o aborto eugênico inconstitucional, declarando inadmissível a interrupção voluntária da gravidez por má-formação fetal.

No domingo, 25 de outubro, abortistas realizaram protestos diante de várias igrejas católicas polonesas, impedindo que os fiéis participassem da Missa dominical.

Diante desses acontecimentos, Dom Stanisław Gądecki, presidente da Conferência Episcopal da Polônia (KEP), por meio de uma nota distribuída à imprensa expressou toda sua preocupação pelo ocorrido e pediu à população que as opiniões sejam expressas “de maneira aceitável, respeitando a dignidade de cada ser humano”.

A posição da Igreja sobre o direito o direito à vida mantém-se inalterada, apesar das violências dos abortistas que impedem católicos de rezar e profanam objetos sagrados, diz presidente da Conferência Episcopal Polonesa.

Do Ponto de vista moral, privar um ser humano inocente da sua vida é sempre uma ação má e não pode ser lícita nem como fim, nem como meio

O presidente da Conferência Episcopal da Polônia, afirma em suas declarações que “A posição da Igreja Católica sobre o direito à vida mantém-se inalterada e conhecida publicamente”.

Dom Stanisław Gądecki afirmou também que reitera a declaração que São João Paulo II faz no número 57 da Encíclica “Evangelium Vitae”:

“A decisão deliberada de privar um ser humano inocente da sua vida é sempre má do ponto de vista moral, e nunca pode ser lícita nem como fim, nem como meio para um fim bom. É, de facto, uma grave desobediência à lei moral, antes ao próprio Deus, autor e garante desta; contradiz as virtudes fundamentais da justiça e da caridade. « Nada e ninguém pode autorizar que se dê a morte a um ser humano inocente seja ele feto ou embrião, criança ou adulto, velho, doente incurável ou agonizante. E também a ninguém é permitido requerer este gesto homicida para si ou para outrem confiado à sua responsabilidade, nem sequer consenti-lo explícita ou implicitamente. Não há autoridade alguma que o possa legitimamente impor ou permitir”.

O presidente da Conferência Episcopal da Polônia reiterou também que não é a Igreja que estabelece as leis do país e que não são os bispos que decidem sobre a conformidade ou não com a Constituição nacional.

Dom Stanisław, afirmou com clareza que “a Igreja não pode deixar de defender a vida, nem pode renunciar a proclamar que cada ser humano deve ser protegido desde a concepção até a morte natural”.

O presidente da KEP insistiu ainda que “Sobre este ponto ela (a Igreja) não pode transigir, porque seria culpada da cultura de descarte que hoje é tão difundida e que atinge sempre os mais necessitados e vulneráveis”.

A posição da Igreja sobre o direito o direito à vida mantém-se inalterada, apesar das violências dos abortistas que impedem católicos de rezar e profanam objetos sagrados, diz presidente da Conferência Episcopal Polonesa.

Abortistas protestam com violência diante de igrejas em Varsóvia enquanto fiéis rezavam

Diante do fato de que os abortistas impediam os fiéis católicos de rezarem nas Igrejas o presidente da KEP faz denúncias contra “as violências, os escritos ofensivos e as ações para perturbar as celebrações” verificadas no último domingo, bem como “as profanações que ocorreram nos últimos dias”, o Prelado reitera que tudo isto “não é o modo adequado de agir”, sobretudo porque muitos fiéis “foram violentamente privados do direito de professar a sua fé”. (JSG)

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