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sexta-feira, abril 15, 2022

Líder protestante suíço em defesa de Bento XVI

Os ataques da mídia ao Papa Emérito continuam.  

Redação (25/01/2022 15:41, Gaudium Press) Será que os que acham ter o controle do tribunal da opinião pública querem destruir Bento XVI? É o que muitos já afirmam, pois o Papa Emérito é considerado um obstáculo a ser removido, de forma necessária, para que certas mudanças de base ocorram.

Mas mesmo que se repita uma afirmação ou uma mentira, a realidade tem uma força intrínseca, e se faltam provas, mais cedo ou mais tarde, com paciência, a verdade acaba por se impor à falsidade.

Depois que o Papa Emérito, por meio de seu secretário pessoal, Mons. Georg Ganwein, esclareceu que estava presente em uma reunião, em 15 de janeiro de 1980, a grande mídia se vangloriou, lançando manchetes como: ‘Bento admite’, ou ‘Bento se retrata’, desviando a atenção da questão principal, e é a de que o Papa Ratzinger confirmou não ter nenhuma responsabilidade na designação um sacerdote pedófilo para um cargo pastoral.

Aguardando Bento XVI emitir um pronunciamento abrangente sobre todo o assunto, depois de ter estudado o volumoso Relatório Westpfahl Spilker Wastl sobre abusos na Arquidiocese de Munique, a “tormenta Bento” já traz o benefício de trazer à luz todo o passado de luta do Papa Emérito contra os abusos dentro da Igreja.

O cardeal Ratzinger foi um dos primeiros defensores em Roma, há mais de 20 anos, de que os abusos e encobrimentos na Igreja Católica não podiam continuar. Como Papa, ele iniciou uma grande mudança nesse sentido.

E todo o grande legado de Bento volta à tona, e acabará sendo reconhecido pelos melhores da Igreja e por um amplo setor da opinião pública.

Segundo noticiou Infocatolica, até mesmo líderes protestantes bem conhecidos, como Roger Köppel, estão assumindo a defesa de Bento XVI.

Köppel, editor do “Weltwoche”, afirmou hoje em seu programa matutino “Weltwoche Daily” que “os ataques a Bento XVI têm uma conotação política muito forte. As pessoas estão tentando culpar o Papa Bento XVI por algum tipo de cumplicidade nos casos de abuso na Igreja Católica. O que temos agora são os tribunais da moralidade. A moralidade de hoje é usada para julgar a situação jurídica do passado”.

Para Köppel, as acusações são “absurdas” e a intenção é desacreditar moralmente um Papa que defende uma posição ortodoxa e conservadora.

“Como protestante, estou do lado de Bento. As igrejas têm uma tarefa muito importante: resistir ao zeitgeist (espírito dos tempos). As igrejas não são zeitgeist, elas devem se ater ao que está escrito na Bíblia”, disse Köppel. (SCM)

 

 

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