É princípio universalmente válido o que diz que tudo quanto se move é movido por outro. E isto, se vale para os corpos, vale também para as almas, para as vontades, para as inteligências e, obviamente, para a nossa vida cristã. Se seguimos a Cristo, é porque algo nos motiva. Mas este motivo qual será, no fim das contas? Será o fermento dos fariseus, isto é, o falso zelo religioso e a complacência nas próprias virtudes, ou o de Herodes, quer dizer, os interesses mundanos? Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta terça-feira, dia 18 de fevereiro, e façamos hoje muito bem feito um exame particular sobre as motivações da nossa vida de fé.

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