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A cura do paralítico da piscina de Betesda tem a ver com três coisas: com a preguiça de não querer buscar em Cristo a própria salvação; com o pecado de deixar sempre para depois o momento de converter-se; e com a vontade desordenada de trabalhar mais pelos bens do mundo do que pelos bens da alma. Ao contrário da nossa inatividade seletiva, que é mole para o que importa, mas que se transforma em grande diligência quando se trata de dinheiro, prazer ou prestígio, Deus não cessa nunca de operar, tendo sempre em vista o nosso bem e a nossa salvação. Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta terça-feira, dia 2 de abril, e roguemos a Cristo que nos tire da nossa tibieza e nos infunda uma pronta diligência para as obras de piedade e amor.

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