Sabemos, e Cristo mesmo o repete em várias ocasiões, o quanto o Pai ama a seu Filho, derramando sobre Ele toda a sua complacência e a abundância do seu Espírito. Mas, se é tal o amor de Deus por Nosso Senhor, como compreender que o mesmo Pai o tenha entregado à morte, e não a uma morte qualquer, mas a uma repleta de dores e humilhações? Não é acaso iníquo, injusto e tremendamente cruel abandonar à morte um inocente, e ainda por cima submetê-lo a toda sorte de confusões e torturas? Como pode, afinal de contas, Jesus dizer: “O Pai me amou”, se a sua vida inteira não foi mais do que uma grande preparação para o Calvário? Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta quinta-feira, 23 de maio, e entenda como na Paixão de Cristo manifesta Deus toda a sua bondade e todo o seu amor por nós e, acima de tudo, por seu Filho dileto.

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