A parábola das dez virgens costuma ser lida apenas em um de seus dois níveis possíveis. Pensamos, e é verdade, que a história se refere à vigilância que devemos ter sempre, já que não sabemos o dia nem a hora em que a morte nos irá surpreender. No entanto, essa parábola diz muito sobre o que temos de fazer, na prática, para chegarmos um dia à santidade consumada, isto é, às quartas moradas do nosso castelo interior. Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo para esta sexta-feira, 30 de agosto, e descubra como ser prudente como as cinco virgens sensatas, que não deixaram suas lâmpadas sem o óleo da oração diária e amorosa!

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