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sexta-feira, dezembro 3, 2021

Igreja é profanada e Sacerdote agredido

Três militares agrediram um sacerdote e profanaram a paróquia de São Isidoro Bakanja, no Chade

A perseguição comunista movida contra o Mosteiro da Colina das Cruzes visa deixar sem assistência religiosa 70 mil católicos vietnamitas.

Redação (10/11/2021 04:45, Gaudium Press) O fato ocorreu no começo do mês e o Arcebispo de N’Djamena, D. Djitangar Goetbé Edmond, se pronunciou oficialmente explicando e condenando a ação dos soldados.

Três soldados do exército nacional invadiram o pátio da paróquia de maneira forçada. Depois se sentaram de maneira desrespeitosa dentro da igreja. Pouco tempo depois o pároco lhes perguntou o porquê de eles estarem ali.

Os militares então insultaram o sacerdote e urinaram dentro da igreja, depois agrediram e tomaram o celular do padre que tentou filmar a cena como prova.

O celular foi devolvido após o ocorrido com a intervenção do Vigário Geral, Pe. Samuel Mbairabé Tibingar que comunicou tudo ao Arcebispo D. Djitangar.

O Arcebispo, por sua vez, foi ao local do ocorrido. Elle condenou a classificou a atitude dos soldados como falta de respeito em relação à religião dos outros.

O Prelado explicou que os soldados violaram o primeiro artigo da Constituição que determina o país como um sendo leigo.

“(Isto) é um insulto intolerável contra uma pessoa religiosa em pleno exercício de sua responsabilidade” continuou o Arcebispo.

Infelizmente, D. Djitangar relembrou outros fatos semelhantes de desrespeito. Assim, em abril de 2020 vários soldados invadiram o pátio de uma paróquia porque queriam descansar um pouco.

No mês anterior, em março de 2020, alguns soldados ficaram diante da porta da igreja do Sagrado Coração de Chagwa e impediram que o sacerdote entrasse para celebrar a Missa.

Em 2018, alguns soldados lançaram propositalmente gás lacrimogêneo dentro da propriedade de outra paróquia durante a Santa Missa. O Arcebispo contou que na época escreveu ao ministro da Segurança, mas que este nunca respondeu a queixa.

Djitangar exortou os católicos a rezarem pela conversão das pessoas envolvidas e pediu às autoridades que “tomem as medidas para proteger os lugares de culto” e condenar os envolvidos.

O Chade é um país da África Central e estima-se que 53% da população é muçulmana e 35% cristã e uma pequena porcentagem confessa outras religiões. (FM)

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