Manifestações por toda a França, pedindo o retorno das missas presenciais

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O primeiro-ministro se reunirá com representantes de diversos cultos.

Redação (17/11/2020 10:39, Gaudium Press) Na França, o ambiente em torno da liberdade religiosa está ficando tenso.

Desde 2 de novembro passado, estão em vigor novas restrições à prática do culto, impedindo que a missa seja celebrada com a presença dos fiéis. Por essa razão, e de uma forma não promovida pela hierarquia eclesiástica, os fiéis começam a se manifestar por toda a França, pedindo o retorno das missas com o público.

Mas o governo está preocupado com essas manifestações.

As novas medidas do governo francês vão até o dia 1º de Dezembro, mas nada garante que elas não sejam prorrogadas.

“Não desejo enviar policiais para discutir com os fieis, em frente a uma igreja, evidentemente, mas, em se tratando de um ato repetido e manifestamente contrário às leis da República, farei isso a partir deste fim de semana”, disse o ministro do Interior Gérald Darmanin. No entanto, apesar de suas palavras, domingo houve manifestações em toda a França.

A missa nos faz falta

“Nós queremos a missa”; “A missa nos faz falta”; “Deixem-nos orar”, “Devolvam-nos a missa”: esses e outros slogans foram ouvidos domingo, nas diversas manifestações dos católicos na França.

Em Nantes e Bordeaux, as manifestações foram autorizadas pelas prefeituras. Mas como em Bordeaux – em frente à Catedral de Santo André – houve orações e gestos, como ajoelhar-se, alguns dos organizadores foram intimados à polícia na segunda-feira: “Os policiais nos disseram que um certo número de gestos não respeitava o princípio do laicismo”, explicou Maxence Castay. Situação difícil para os fiéis, que não podem assistir à missa e nem rezar nas ruas.

Certos meios de comunicação são muito observadores de tudo o que está acontecendo com os fieis. Por exemplo, a agência AFP noticiou que viu alguns fiéis entrarem na Catedral de São Nicolau de Nantes, e receberem a comunhão do sacerdote. Nessa cidade, centenas de manifestantes se reuniram na Praça Graslin. No entanto, por que não permitir essas manifestações nas praças ao redor das igrejas, das catedrais? Não consideram que os fiéis podem, assim, sentir melhor na proximidade de sua fé?

Houve também manifestações em Strasbourg, autorizadas pela prefeitura; em Valence, Versailles, Rouen, Rennes, Chambéry, Saint-Germain-en-Laye, Bayonne, Reims e Poitiers.

A rua é proibida para qualquer manifestação de culto?

Agressiva foi a advertência dada no sábado pela polícia a uma possível manifestação na Praça Saint Sulpice: “O delegado havia explicitamente indicado ao organizador que sua reunião não poderia dar origem a orações nas ruas, transformando-se, assim, em um evento de culto proibido nas vias públicas”, declarou a polícia sobre uma manifestação realizada na última sexta-feira. “Consequentemente, prevendo uma manifestação do mesmo tipo organizada para o domingo, 15 de novembro, na mesma praça de Saint Sulpice, à qual os organizadores da manifestação da última sexta-feira anunciaram que se associariam a ela, o Delegado de Polícia proibiu essa reunião.”

Mas um evento de culto é proibido em vias públicas?

Mons. Xavier Malle, bispo de Gap e Embrun, rapidamente respondeu em sua conta no Twitter: “É preciso dizer que um evento de culto não está proibido em vias públicas, senão, não haveria procissões. Atenção à liberdade religiosa @prefpolice”, afirmou o bispo.

Novo recurso ao Conselho de Estado

Nesta terça-feira, a Conferência Episcopal Francesa apresentará um novo recurso ao Conselho de Estado contra a proibição de missas.

Embora uma reunião com o Ministro do Interior tenha sido marcada, será com o próprio primeiro-ministro Jean Castex que os representantes dos principais cultos se reunirão para analisar essas questões.

Com informações de Le Figaro

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