Quando a medalha de São Bento expulsou o demônio de um quarto de hospital

Must Read

Ataques contra igrejas no Chile fizeram parte de ritual satânico, assegura exorcista

Segundo o Padre Luis Escobar, são abundantes os sinais satânicos presentes nesses atos, o que destaca a existência de...

Medjugorge: Santa Sé excomunga padre “diretor espiritual” dos videntes

Tomslav Vlasic está proibido de “participar –de qualquer forma– como ministro na celebração da Eucaristia ou qualquer outra cerimônia...

Universitários americanos organizam consagração a Nossa Senhora em todo o país

Basta uma faísca para iniciar um incêndio: universitários da Flórida querem espalhar pelo país a chama da devoção a...


Aquela alma escapou, como uma avezinha, da armadilha infernal finalmente rompida

m 1854, uma mulher idosa morava num hospital de doentes incuráveis, onde estava sempre na cama em consequência de uma paralisia quase total. Seus sentimentos eram os de uma ímpia furiosa, e de sua boca brotavam incessantemente as mais nojentas conversas, misturadas com atrevidas blasfêmias, a tal ponto que muitos a consideravam endemoniada. Desconfiava-se de que ela guardava na cama certos objetos maus, aptos a conserva-la em tão perversas disposições.

Um dia, desocupou-se o dormitório para limpá-lo; tiraram-na para uma sala vizinha, apesar dos uivos que soltava. Debaixo de seu colchão, as irmãs encontraram um saquinho com objetos de origem e destino mais do que suspeitos. Colocaram no mesmo lugar uma medalha de São Bento, e daí a pouco levaram a enferma de novo para a cama, sem lhe avisarem do que se havia feito em sua ausência. Mas sem dúvida algo lhe revelou o espírito mau; pois ela, quando ia ela chagando perto da cama, começou a gritar violentamente com as Irmãs, queixando-se de que lhe haviam roubado o saquinho.

Deitaram-na, entretanto e, de repente, um sossego extraordinário sucedeu aos costumeiros gritos. A alegria lhe transparece na fisionomia que até então só apresentava traços horrivelmente crispados. A pobre criatura pede um padre. Alguns dias depois, na enfermaria transformada em Capela, toda resplandecente de luzes e enfeitada com flores, recebia a Nosso Senhor que vinha consolar e curar aquela alma, escapada, como uma avezinha, da armadilha infernal rompida.

Relatado pelo pe. Próspero Guéranger O.S.B., abade de Solesmes, em “A Medalha de São Bento”, Dom  Artpress, São Paulo; via blog Almas Castelos

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

quatro × cinco =

Latest News

Ataques contra igrejas no Chile fizeram parte de ritual satânico, assegura exorcista

Segundo o Padre Luis Escobar, são abundantes os sinais satânicos presentes nesses atos, o que destaca a existência de...

Medjugorge: Santa Sé excomunga padre “diretor espiritual” dos videntes

Tomslav Vlasic está proibido de “participar –de qualquer forma– como ministro na celebração da Eucaristia ou qualquer outra cerimônia de culto público. Bréscia – Itália...

Universitários americanos organizam consagração a Nossa Senhora em todo o país

Basta uma faísca para iniciar um incêndio: universitários da Flórida querem espalhar pelo país a chama da devoção a Maria para conduzir almas a...

“Morte ao Nazareno”: Novo grito de “Crucifica-o!”?

Declarar “morte ao Nazareno” é uma frase que demonstra um ódio total à Santa Igreja Católica e seus ensinamentos ao longo dos séculos. Redação (26/10/2020...

Papa no Angelus: o verdadeiro amor ao próximo baseia-se no amor a Deus

Não é verdadeiro amor a Deus o que não se expressa no amor ao próximo; não é amor verdadeiro ao próximo o que não...

More Articles Like This