Ao reler o 5º Caderno de Teses do Partido dos Trabalhadores (PT) publicado este ano, a partir da convenção nacional do partido, chama a atenção, entre outros pontos, a defesa da sigla em tomar para o Estado o controle de todas as redes, TVs, e rádios religiosas de qualquer confissão.

Caso o partido conseguisse implementar a tese, o comando de uma emissora como a TV Canção Nova, por exemplo, passaria das mãos da Fundação João Paulo II direto para algum órgão do Governo. A justificativa dada pelo documento é evasiva e soa inconsistente: “o Estado é laico e os serviços públicos devem ser laicos e democráticos”.

O mesmo aconteceria com a TV Aparecida, Rede Vida, Milícia da Imaculada, TV Boas Novas, Rede Gospel, estas duas últimas administradas por grupos evangélicos, entre outros inúmeros meios que hoje servem para propagação da fé.

Reprodução do Caderno de Teses:


via Ancoradouro

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