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segunda-feira, abril 18, 2022

Peçamos a intervenção de São José, pai onipotente

São José sempre será “o pai perfeito, o mediador poderosíssimo, o mestre mais sábio, o defensor incansável, o modelo de escravidão a Jesus nas mãos de Maria”, aquele que utiliza os infinitos recursos depositados por Deus em suas mãos para coroar a Santíssima Virgem no interior de todos os corações!

Redação (19/03/2022 10:59, Gaudium Press) O que devem fazer os católicos que, neste ano de 2022, não menos calamitoso do que o tempo no qual a Esposa Mística de Cristo foi confiada a São José, lutam por defender a integridade da Fé e a pureza dos costumes? Ouçamos o conselho do Magistério:

“Que ele, São José, com sua paternal providência e potente intercessão vos auxilie sempre, a vós e a vossa família; digamos onipotente intercessão, porque é o que se deve dizer. Poder-se-ia observar que esta palavra ‘onipotente’ se aplica à intercessão de Maria Santíssima. Mas ousamos afirmar que antes ainda é preciso aplicá-la a São José. […] Como o cabeça da casa era o próprio São José, essa intercessão não pode ser menos que onipotente, pois, o que podem ainda negar-lhe, a São José, Jesus e Maria, aos quais ele consagrou literalmente toda a sua vida, e que realmente lhe devem os meios de sua existência terrena?”[1]

Confiante nesta intervenção onipotente – e esperamos que seja próxima! – deve o católico perseverante, nestes tempos de guerras e em que Igreja é atacada em toda parte por seus inimigos e se vê oprimida por tão grandes calamidades, rogar a São José que o mundo reconheça os caminhos que vem trilhando e considere os últimos acontecimentos que lhe têm sobrevindo:

“Se, porém, seus filhos abandonarem minha Lei, se não observarem os meus preceitos, se violarem as minhas prescrições e não obedecerem às minhas ordens, eu punirei com vara a sua transgressão, e a sua falta castigarei com açoite” (Sl 88, 31-33).

Faz-se necessário lhe rogar também que o Corpo Místico de Cristo, do qual ele é pai, seja defendido dos embustes de seus adversários, como canta o Salmo: “Não o há de surpreender o inimigo, nem ousará oprimi-lo o malvado. Sob seus olhos esmagarei os seus contrários, serão feridos aqueles que o odeiam” (Sl 88, 23-24).

Por fim, que ele proteja a sua bendita posteridade, aquela sobre a qual paira a promessa de seu Divino Filho de que não perecerá sob as potências infernais (cf. Mt 16, 18). A respeito dela foi profetizado: “Dar-lhe-ei uma perpétua descendência, seu trono terá a duração dos céus” (Sl 88, 30).

 Texto extraído, com adaptações, da Revista Arautos do Evangelho n. 235, julho 2019.


[1] PIO XI. Allocuzione nella festività di San Giuseppe, 19/3/1938. In: L’Osservatore Romano. Città del Vaticano. Ano LXXVIII. N.66 (21-22 mar., 1938); p.1

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