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quinta-feira, junho 24, 2021

Vigília da Solenidade de Pentecostes

O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo seu Espírito que habita em nós, aleluia! (Rm 5,5; 10,11)

Nesta vigília de Pentecostes, somos motivados a acolher o grande dom do Espírito. Ele, que vem em socorro de nossa fraqueza e reúne o que está disperso, acenda em nós o amor e a alegria de sermos a assembleia amada de Deus.

Primeira Leitura: Gênesis 11,1-9

Leitura do livro do Gênesis – 1Toda a terra tinha uma só linguagem e servia-se das mesmas palavras. 2E aconteceu que, partindo do oriente, os homens acharam uma planície na terra de Senaar e aí se estabeleceram. 3E disseram uns aos outros: “Vamos, façamos tijolos e cozamo-los ao fogo”. Usaram tijolos em vez de pedra, e betume em lugar de argamassa. 4E disseram: “Vamos, façamos para nós uma cidade e uma torre cujo cimo atinja o céu. Assim, ficaremos famosos e não seremos dispersos por toda a face da terra”. 5Então o Senhor desceu para ver a cidade e a torre que os homens estavam construindo. 6E o Senhor disse: “Eis que eles são um só povo e falam uma só língua. E isso é apenas o começo de seus empreendimentos. Agora, nada os impedirá de fazer o que se propuseram. 7Desçamos e confundamos a sua língua, de modo que não se entendam uns aos outros”. 8E o Senhor os dispersou daquele lugar por toda a superfície da terra, e eles cessaram de construir a cidade. 9Por isso, foi chamada Babel, porque foi aí que o Senhor confundiu a linguagem de todo o mundo e daí dispersou os homens por toda a terra. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 103(104)

Enviai o vosso Espírito, Senhor, / e da terra toda a face renovai.

1. Bendize, ó minha alma, ao Senhor! / Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! / De majestade e esplendor vos revestis / e de luz vos envolveis como num manto. – R.

2. Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras, / e que sabedoria em todas elas! / Encheu-se a terra com as vossas criaturas. / Bendize, ó minha alma, ao Senhor! – R.

3. Todos eles, ó Senhor, de vós esperam / que a seu tempo vós lhes deis o alimento; / vós lhes dais o que comer e eles recolhem, / vós abris a vossa mão e eles se fartam. – R.

4. Se tirais o seu respiro, eles perecem / e voltam para o pó de onde vieram; / enviais o vosso espírito e renascem / e da terra toda a face renovais. – R.

Segunda Leitura: Romanos 8,22-27

Leitura da carta de São Paulo aos Romanos – Irmãos, 22sabemos que toda a criação, até o tempo presente, está gemendo como que em dores de parto. 23E não somente ela, mas nós também, que temos os primeiros frutos do Espírito, estamos interiormente gemendo, aguardando a adoção filial e a libertação para o nosso corpo. 24Pois já fomos salvos, mas na esperança. Ora, o objeto da esperança não é aquilo que a gente está vendo; como pode alguém esperar o que já vê? 25Mas, se esperamos o que não vemos, é porque o estamos aguardando mediante a perseverança. 26Também o Espírito vem em socorro da nossa fraqueza. Pois nós não sabemos o que pedir nem como pedir; é o próprio Espírito que intercede em nosso favor com gemidos inefáveis. 27E aquele que penetra o íntimo dos corações sabe qual é a intenção do Espírito. Pois é sempre segundo Deus que o Espírito intercede em favor dos santos. – Palavra do Senhor.

Evangelho: João 7,37-39

Aleluia, aleluia, aleluia.

Vinde, Espírito divino, e enchei com vossos dons os corações dos fiéis; / e acendei neles o amor, como um fogo abrasador! – R.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João – 37No último dia da festa, o dia mais solene, Jesus, em pé, proclamou em voz alta: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba. 38Aquele que crê em mim, conforme diz a Escritura, rios de água viva jorrarão do seu interior”. 39Jesus falava do Espírito, que deviam receber os que tivessem fé nele; pois ainda não tinha sido dado o Espírito, porque Jesus ainda não tinha sido glorificado. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Pistas para a reflexão

I leitura:
O desejo de chegar ao céu contrasta com a decisão de Deus de descer ao solo humano. Quando o orgulho e a arrogância intentam dispensar Deus do cotidiano da vida, a confusão toma conta da sociedade. O que impede a comunicação e o entendimento entre as pessoas não é a diversidade de línguas e culturas, mas a arrogância, que transforma a diversidade em discriminação e barreiras. II leitura:
Toda obra criada geme e sofre enquanto não houver libertação de tudo aquilo que impede viver em plenitude. A natureza e a humanidade, cada vez mais, gemem e sofrem diante da degradação a que são submetidas pelo capricho de gananciosos. Com a degradação da natureza, é o próprio ser humano quem sofre.

Evangelho:
Jesus se apresenta como a fonte de onde jorra a água que sacia as necessidades mais profundas do ser humano, sedento de dignidade. Em Jesus está presente a vida em plenitude, a qual é oferecida a todos os que a desejarem. Convidando a beber, o Mestre propõe-se aplacar a sede de quem a sente. O satisfeito, o acomodado e o orgulhoso não se aproximam dele, porque se consideram saciados.

(Reflexões retiradas da Liturgia Diária)

Fonte: Paulus

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